sábado, 10 de agosto de 2019

INFLUÊNCIAS ESPIRITUAIS MALIGNAS E O SMARTPHONE - PALESTRA



Nesta palestra vou mostrar o papel da hipnose nas obsessões espirituais e mostrar o papel deletério que os Smartfones, tablets, etc. tem nestas hipnoses espirituais feitas pelos espíritos maus, as consequências nas relações pessoais nas pessoas e as soluções.
/esta palestra foi proferida no Centro Espírita Fraternidade Cristã Hilário Silva em Uberaba-MG.
Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta Clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004.
É autor dos E-Books: PSICOFÁRMACOS - Uso e aplicações de forma simples e eficaz. PSICOPATOLOGIA - Apresentada de forma simples e objetiva - Incluindo psicopatologias infantis. SISTEMA DE TERAPIA FLORAL do Doutor Edward Bach (Portuguese Edition) – Amazon – 2013. E-book.
Para saber sobre o atendimento psicoterapêutico presencial ou online, via Skype. Entre em contato comigo através de meu site
https://www.harmoniacomflorais.com/ag... ou entre em contato pelo fone: (34) 9 9972-4096.

Filmagem: Mateus Pedrosa

#fernandovieirafilho



quinta-feira, 20 de junho de 2019

LEI DA ATRAÇÃO


"Querendo, mentalizamos; mentalizando, agimos; agindo, atraímos; e atraindo, realizamos." O espírito de André Luiz escreveu esta frase no seu livro - Sinal Verde - Capítulo 24 - psicografado por Chico Xavier em agosto de 1971, antecipando o assunto que seria tratado mais de duas décadas depois no livro - O Segredo - da australiana Rhonda Byrne.
Eu recomendo ler e reler a bela obra literária do espírito André Luiz, Sinal Verde, psicografado por Chico Xavier.
Leia, também, o artigo RESGATANDO A CAPACIDADE DE SONHAR http://elianabarbosa.com.br/resgatando-a-capacidade-de-sonhar/


domingo, 3 de março de 2019

JUDAS ISCARIOTE

O consagrado escritor Humberto de Campos encontra em Jerusalém, às margens do Jordão, o até hoje incompreendido Judas Iscariotes. Com ele conversa sobre a condenação de Jesus e realiza esclarecedora entrevista, ditada a Chico Xavier, em Pedro Leopoldo, o livro é CRÔNICAS DE ALÉM-TÚMULO - em 19 de abril de 1935.
Silêncio augusto cai sobre a Cidade Santa. A antiga capital da Judeia parece dormir o seu
sono de muitos séculos. Além descansa Getsêmani, onde o Divino Mestre chorou numa
longa noite de agonia, acolá está o Gólgota sagrado e em cada coisa silenciosa há um traço
da Paixão que as épocas guardarão para sempre. E, em meio de todo o cenário, como um
veio cristalino de lágrimas, passa o Jordão silencioso, como se as suas águas mudas,
buscando o Mar Morto, quisessem esconder das coisas tumultuosas dos homens os
segredos insondáveis do Nazareno.
Foi assim, numa destas noites que vi Jerusalém, vivendo a sua eternidade de maldições.
Os espíritos podem vibrar em contacto direto com a história. Buscando uma relação íntima
com a cidade dos profetas, procurava observar o passado vivo dos Lugares Santos. Parece
que as mãos iconoclastas de Tito por ali passaram como executoras de um decreto
irrevogável. Por toda a parte ainda persiste um sopro de destruição e desgraça. Legiões de
duendes, embuçados nas suas vestimentas antigas, percorrem as ruínas sagradas e no meio
das fatalidades que pesam sobre o empório morto dos judeus, não ouvem os homens os
gemidos da humanidade invisível.
Nas margens caladas do Jordão, não longe talvez do lugar sagrado, onde Precursor batizou
Jesus Cristo, divisei um homem sentado sobre uma pedra. De sua expressão fisionômica
irradiava-se uma simpatia cativante.
- Sabe quem é este? – murmurou alguém aos meus ouvidos. – Este é Judas.
- Judas?!...
- Sim. Os espíritos apreciam, às vezes, não obstante o progresso que já alcançaram, volver
atrás, visitando os sítios onde se engrandeceram ou prevaricaram, sentindo-se
momentaneamente transportados aos tempos idos. Então mergulham o pensamento no
passado, regressando ao presente, dispostos ao heroísmo necessário do futuro. Judas
costuma vir à Terra, nos dias em que se comemora a Paixão de Nosso Senhor, meditando
nos seus atos de antanho...
Aquela figura de homem magnetizava-me. Eu não estou ainda livre da curiosidade do
repórter, mas entre as minhas maldades de pecador e a perfeição de Judas existia um
abismo. O meu atrevimento, porém, e a santa humildade de seu coração, ligaram-se para
que eu o atravessasse, procurando ouvi-lo.
-O senhor é, de fato, o ex-filho de Iscariote? – Sim, sou Judas – respondeu aquele homem
triste, enxugando uma lágrima nas dobras de sua longa túnica. Como o Jeremias, das
Lamentações, contemplo às vezes esta Jerusalém arruinada, meditando no juízo dos
homens transitórios...
- É uma verdade tudo quanto reza o Novo Testamento com respeito à sua personalidade na
tragédia da condenação de Jesus?
- Em parte... Os escribas que redigiram os evangelhos não atenderam às circunstâncias e às
tricas políticas que acima dos meus atos predominaram na nefanda crucificação. Pôncio
Pilatos e o tetrarca da Galiléia, além dos seus interesses individuais na questão, tinham
ainda a seu cargo salvaguardar os interesses do Estado romano, empenhado em satisfazer
as aspirações religiosas dos anciãos judeus. Sempre a mesma história. 
O SINÉDRIO desejava o reino do céu pelejando por Jeová, a ferro e fogo; Roma queria o reino da Terra.
Jesus estava entre essas forças antagônicas com a sua pureza imaculada. Ora, eu era um
dos apaixonados pelas idéias socialistas do Mestre, porém o meu excessivo zelo pela
doutrina me fez sacrificar o seu fundador. Acima dos corações, eu via a política, única arma
com a qual poderia triunfar e Jesus não obteria nenhuma vitória. Com as suas teorias nunca
poderia conquistar as rédeas do poder já que, no seu manto de pobre, se sentia possuído de
um santo horror à propriedade. Planejei então uma revolta surda como se projeta hoje em dia
na Terra a queda de um chefe de Estado. 
O Mestre passaria a um plano secundário e eu arranjaria colaboradores para uma obra vasta e enérgica como a que fez mais tarde
Constantino Primeiro, o Grande, depois de vencer Maxêncio às portas de Roma, o que aliás
apenas serviu para desvirtuar o Cristianismo. Entregando, pois, o Mestre, a Caifás, não
julguei que as coisas atingissem um fim tão lamentável e, ralado de remorsos, presumi que o
suicídio era a única maneira de me redimir aos seus olhos.
- E chegou a salvar-se pelo arrependimento?
- Não. Não consegui. O remorso é uma força preliminar para os trabalhos reparadores.
Depois da minha morte trágica submergi-me em séculos de sofrimento expiatório da minha
falta. Sofri horrores nas perseguições infligidas em Roma aos adeptos da doutrina de Jesus e
as minhas provas culminaram em uma fogueira inquisitorial, onde imitando o Mestre, fui
traído, vendido e usurpado. Vítima da felonia e da traição deixei na Terra os derradeiros
resquícios do meu crime, na Europa do século XV. Desde esse dia, em que me entreguei por
amor do Cristo a todos os tormentos e infâmias que me aviltavam, com resignação e piedade
pelos meus verdugos, fechei o ciclo das minhas dolorosas reencarnações na Terra, sentido
na fronte o ósculo de perdão da minha própria consciência...
- E está hoje meditando nos dias que se foram... - pensei com tristeza.
- Sim... Estou recapitulando os fatos como se passaram. 
E agora, irmanado com Ele, que se acha no seu luminoso Reino das Alturas que ainda não é deste mundo, sinto nestas estradas o sinal de seus divinos passos. Vejo-O ainda na Cruz entregando a Deus o seu destino...
Sinto a clamorosa injustiça dos companheiros que O abandonaram inteiramente e me vem
uma recordação carinhosa das poucas mulheres que O ampararam no doloroso transe... Em
todas as homenagens a Ele prestadas, eu sou sempre a figura repugnante do traidor... Olho
complacentemente os que me acusam sem refletir se podem atirar a primeira pedra... Sobre
o meu nome pesa a maldição milenária, como sobre estes sítios cheios de miséria e de
infortúnio. Pessoalmente, porém, estou saciado de justiça, porque já fui absolvido pela minha
consciência no tribunal dos suplícios redentores.
Quanto ao Divino Mestre – continuou Judas com os seus prantos – infinita é a sua
misericórdia e não só para comigo, porque se recebi trinta moedas, vendendo-O aos seus
algozes, há muitos séculos Ele está sendo criminosamente vendido no mundo a grosso e a
retalho, por todos os preços em todos os padrões do ouro amoedado...
- É verdade – concluí – e os novos negociadores do Cristo não se enforcam depois de
vendê-lo.
Judas afastou-se tomando a direção do Santo Sepulcro e eu, confundido nas sombras
invisíveis para o mundo, vi que no céu brilhavam algumas estrelas sobre as nuvens
pardacentas e tristes, enquanto o Jordão rolava na sua quietude como um lençol de águas
mortas, procurando um mar morto.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

4 ATITUDES PARA UMA VIDA PLENA


4 ATITUDES PARA UMA VIDA PLENA

(Por Fernando Vieira Filho)

Hoje eu quero falar com você sobre os transtornos mentais mais comuns e que, se não tratados, podem levar à incapacitação para uma vida de qualidade e plena.
Você está... Tratando a depressão? Tratando a ansiedade e o stress? Tratando o pânico? Tratando as fobias e manias? Tratando a dependência química?
Embora os medicamentos psicotrópicos e antidepressivos sejam respeitáveis e necessários, saiba que este auxílio químico trata somente os sintomas destas doenças, ajudando o paciente a colocar sua "casa interna" em ordem e estável. Nada mais. Eles não curam o transtorno em sua origem.
O que vai ajudar, realmente, é o doente iniciar um processo de mudança em sua vida, para uma cura verdadeira e definitiva.
Se este é o seu caso, chegou a hora de se propor a um trabalho disciplinado nestas 4 atitudes:
1.      GRATIDÃO – Seja grato por tudo que a vida lhe ofereceu até esse momento. A gratidão é um remédio que, talvez, você tome em poucas doses em seu dia-a-dia. A mania de reclamar se instala quando você pensa que as coisas nunca estão boas o suficiente. Reclamação “atrai” negatividades para sua existência.
2.      PERDÃO - Perdoe a tudo e a todos e principalmente a você mesmo. Lembre-se que perdoar é esvaziar, é “evacuar”, é jogar na desimportância este lixo emocional - mágoa ou ódio, e culpa - que você guardou em seu íntimo, decorrente das decepções sofridas ao longo de sua vida.
3.      CARIDADE - Faça o bem de forma sistemática e rotineira, pois todos nós estamos sujeitos à lei inexorável de causa e efeito. O bem que você causa hoje resultará no bem que o Universo lhe trará de volta, no futuro.
4.      ENTUSIASMO - Procure exercitar o entusiasmo (do grego: “Deus dentro de você” ou “Estar possuído de Deus”), porque a força para implementar a sua mudança interior vem de Deus. Assim, ter entusiasmo é se abastecer de Deus.
Estas são atitudes que, aliadas à psicoterapia bem direcionada, ajudam, de forma efetiva, no tratamento dos transtornos mentais, bem como são importantes na prevenção dos mesmos.
(Fernando Vieira Filho é psicoterapeuta clínico, escritor e palestrante. Contato: (34) 9 9972-4096 – www.harmoniacomflorais.com)

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Ricardo Boechat e a Depressão - O legado

Neste depoimento, lúcido e generoso, o jornalista Ricardo Boechat (1952-2019), nos deixa outro grande legado quando presta um grande serviço ao povo brasileiro, expondo seu problema com a depressão. É alerta contra esta doença sorrateira e incapacitante. Segundo a OMS - A depressão atinge hoje quase 7% da população mundial, cerca de 400 milhões de pessoas.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

VOCÊ TEM MEDO: FAÇA O BEM!

Se você tem: 
Medo do futuro? Faça o bem!
Medo de adoecer? Faça o bem!
Medo da velhice? Faça o bem!
Medo da pobreza? Faça o bem!
Medo de perder pessoas queridas? Faça o bem!
Medo da opinião alheia? Faça o bem!
Medo de se arriscar? Faça o bem!
E por fim, se tem medo de morrer? Faça o bem!
Estamos todos sujeitos à lei inexorável de causa e efeito. Portanto, se você quer um porvir ameno, tranquilo e feliz na medida do possível, comece hoje, no aqui e no agora, a gerar boas causas. Isso mesmo, fazer o bem de forma sistemática, pois quando você trabalha no bem, mesmo que o medo permeie sua vida - o que é normal -, carregue uma certeza íntima de que, no final, o bem é um resultado natural e certo! (Por Fernando Vieira Filho)
www.harmoniacomflorais.com

sábado, 19 de janeiro de 2019

ESTUDOS DA DOUTRINA ESPÍRITA - PARTICIPE


Estudos da Doutrina Espírita
Público group · 1.130 membros
Participar do grupo
As publicações deste grupo são destinadas ao estudo e divulgação da Doutrina Espírita.

domingo, 25 de novembro de 2018

LOUCURA E OBSESSÃO


A LOUCURA SOB NOVO PRISMA
Comentário feito por Fernando Vieira Filho 


“... o nobre autor encaminha-se para o objeto principal da obra que vem a ser a implacável realidade da “obsessão”, ou seja, da atuação de um espírito inferior sobre uma criatura encarnada. O homem, na sua marcha evolutiva, através das inúmeras existências, consoante a lei da reencarnação, assim com granjeia amigos tem a desgraça, muitas vezes, por força de usa imperfeição moral, de também fazer inimigos. “Todos, pois, que descem à vida, corpórea, tem em torno de si, por piores que sejam Espíritos protetores e, por melhores que sejam perseguidores, inimigos feitos no tempo do seu maior atraso.” É enorme o número de criaturas em desequilíbrio psíquico e cuja causa não é outra senão a atuação do mundo espiritual inferior.
Conclui-se, pelas exposições feitas até aqui, que o homem pode ser levado a um estado de loucura sem que, todavia, se lhe registre qualquer lesão cerebral. A essa espécie de loucura a ciência espírita denomina “obsessão”, repetimos. É que ele resulta da atuação de um Espírito desencarnado que, envolvendo fluidicamente outro, encarnado, impede que o cérebro deste transmita com equilíbrio ou clareza seus pensamentos, Essa atuação varia em grau e intensidade, daí variar também o grau de perturbação ou desequilíbrio da criatura obsidiada. Caracteriza-se obviamente o estado de loucura quando o obsessor, arrastado por um ódio mais profundo, investe contra sua vitima que, vulnerável a esse assédio, por força de suas próprias fraquezas morais, vê-se arrastada a uma condição muitas vezes deplorável. Daí a loucura obsessional, que Ciência desgraçadamente ignora. A essa espécie de loucura dever-se-ia dispensar um tratamento basicamente espiritual, sem, todavia, descurar-se da assistência medica comum, no que tange a preservação do equilíbrio orgânico. Enquanto escrevia sua obra, Bezerra recebeu, pelo correio, de um médium que preferiu o anonimato, apreciável mensagem subscrita por Hahnemann. 
Pelo seu valor, dela extraímos o seguinte: “Duas causas podem concorrer para o fato da perturbação mental; uma externa, outra interna. Por não fazer esta distinção, querendo sempre ver lesão onde não existe, às vezes, senão perturbação determinada por um agente que escapa a todos os meios terapêuticos, é que a Medicina tem caído em malogros. Nas perturbações devidas às forças traumáticas, encontra o alienista meios mais ou menos seguros de regularizar o aparelho cerebral, e de restituí-lo a suas naturais funções materiais.  O mesmo, porém, não sucede quando se trata de casos com quais não concorre lesão alguma cerebral. Colocai diante de vos um espelho, que tenha defeito nalguns pontos, tal que não reflita a imagem completa dos objetos que se lhe apresentam. É caso de loucura por lesão do cérebro.Colocai, porem, entre vos e um espelho em perfeito estado, um corpo que possa embaraçar a transmissão da luz que de vos parte para o espelho, e infiel será a reprodução de vossa imagem. É o caso da loucura por obsessão. No primeiro caso, o mal vem do espelho que está estragado; no segundo, vem da interposição de um corpo estranho, entre o espelho e o corpo que se lhe apresenta. Esta figura, toscamente esboçada, basta para assinalar a diferença que existe entre os dois estados em que pode achar-se o Espírito encarnado, com relação a manifestação de seus pensamentos. Se os alienistas procurassem dirigir seus estudos de conformidade com os novos ensinos que se vão propagando por toda parte, os hospícios só receberiam os doentes do primeiro caso, e se transformariam, talvez , com mais razão em casa de caridade e em salas de moralização. Nestas condições, eles serviriam para o tratamento dos doentes de uma e de outra espécie de loucura..”
Bezerra arrola alguns fatos inequívocos de obsessão e que, atendidos adequadamente, levaram os obsedados ao reequilíbrio e completa cura. Como diagnosticar tais casos?
Obviamente, servindo-se de médium suficientemente adestrado e da sessão mediúnica integrada de pessoas da mais alta moral e dos conhecimentos básicos da Doutrina Espírita. Não é tarefa para incipientes ou neófitos. E muito menos para meros curiosos. É trabalho da mais alta responsabilidade. Eis sucinto comentário sobre essa admirável e atualíssima obra do Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, A Loucura sob novo prisma, edição da Federação Espírita Brasileira.”

Assim caro leitor, acredito que as sessões de desobessão, nas Casas Espíritas, devem ser feitas dentro do maior rigor doutrinário, evitando, no momento da sessão, estudos e comentários de obras que não sejam de Allan Kardec. Lembrando que o trabalho de desobsessão é um exercício de caridade, compaixão e desprendimento absoluto, em favor de entidades em sofrimento, sejam elas encarnadas ou desencarnadas. E ainda, é de bom alvitre lembrar, tudo aquilo, que fazemos a outrem, estamos fazendo por nós mesmos. 

Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta Clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004.
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sexta-feira, 16 de novembro de 2018

SAIBA COMO FUNCIONA UM PSICOPATA

Numa tarde morna e tranquila, desfrutando de um feriado ao lado de amigos, no terraço de um prédio na Avenida Paulista, observei, lá de cima, uma passeata contra a corrupção e, tendo em vista que, a meu ver, a corrupção nos meios políticos é um comportamento antissocial, resolvi escrever este texto sobre esse transtorno que afeta, de forma direta ou indireta, todo ser humano em nosso Planeta. Principalmente em nosso Brasil.
O CID.10 (Classificação Internacional de Doenças, da OMS) considera a Personalidade Antissocial como sinônimo de Transtorno Amoral da Personalidade, Transtorno Associal da Personalidade, Personalidade Psicopática ou Sociopatia.
Como perceber esse transtorno em uma pessoa, observando que ele pode se manifestar desde a infância:
- Atitude aberta de desrespeito por normas, regras e obrigações sociais de forma persistente.
- Estabelece relacionamentos com facilidade, é envolvente, fala daquilo que seu interlocutor “quer ouvir”, principalmente quando é do seu interesse.
- Baixa tolerância à frustração e facilmente explode em atitudes agressivas e violentas, principalmente quando é surpreendido ou descoberto em pequenos ou grandes delitos.
- Incapacidade de assumir culpa ou se responsabilizar pelo que fez de errado, ou de aprender com as punições.
- Tendência a culpar os outros ou defender-se com raciocínios lógicos - geralmente, tem uma inteligência acima da média -, porém, improváveis.
- Possui um egocentrismo exageradamente patológico.
- Emoções superficiais, teatrais, falsas e tremendamente dissimuladas.
- Falta de empatia com outros seres humanos, ausência de sentimentos de remorso e de culpa em relação ao seu comportamento.
- Sente prazer em maltratar animais.
- Uma pessoa geralmente cínica, incapaz de manter uma relação leal e duradoura, manipuladora e incapaz de amar.
- É exageradamente mentirosa, sem constrangimento ou vergonha, subestima a insensatez das mentiras, rouba, abusa, trapaceia, manipula dolosamente seus familiares e parentes, coloca em risco a vida de outras pessoas e, decididamente, nunca é capaz de se corrigir.
Enfim, esse conjunto de características faz com que o sociopata seja incapaz de aprender com a punição ou incapaz de modificar suas atitudes.
Quando o sociopata descobre que seu teatro já está descoberto, ele é capaz de dar a falsa impressão de arrependimento, falseia dizendo que mudará "daqui para frente", mas nunca será capaz de suprimir sua índole maldosa. Não obstante, ele é artista na capacidade de disfarçar, de forma inteligente, suas características de personalidade.
Na vida social, o sociopata costuma ter um charme convincente e simpático para as outras pessoas e, não raramente, tem uma inteligência normal ou acima da média.
Devido ao fato de os sociopatas não demonstrarem sintomas como uma doença mental qualquer, na década de 60 o movimento norte americano chamado anti-psiquiatria recomendou que os sociopatas fossem excluídos das classificações psiquiátricas. Dizia-se, na época, que a alteração do sociopata era de natureza moral e ética e, para problemas éticos, as soluções tinham que ser éticas (cadeia), e não médicas.
A teatralidade e manipulação social dos sociopatas é tão convincente que poucas pessoas, após algum contato duradouro com eles, são capazes de imaginar o seu lado negro, mau e perverso. Esses atributos os sociopatas podem esconder durante toda vida. Vítimas fatais de sociopatas violentos percebem seu verdadeiro lado apenas alguns momentos antes de sua morte.
Como a psiquiatria e psicologia não têm uma avaliação unicamente binária da situação, como o ortopedista que considera um braço quebrado ou não quebrado, a sociopatia tem várias gradações, desde os socialmente perniciosos, passando pelas personalidades odiosas, até criminosos brutais do tipo “Maníaco do Parque".
Normalmente, os sociopatas não têm o tipo mais comum de comportamento agressivo explícito das pessoas comuns. Eles costumam dissimular perfeitamente a intenção agressiva e violenta, atendo-se à intimidade doméstica ou agindo sorrateiramente. Trata-se, de fato, de uma agressão predatória, fria e bem planejada, intencional e pouco emocional.
Muitas personalidades conhecidas no campo da política, da polícia, das finanças e do mundo corporativo podem portar o caráter sociopático. Felizmente, apenas uma pequena parte dos sociopatas se transforma em criminosos violentos, estupradores e assassinos seriais.
Parece haver um amplo consenso entre os profissionais da saúde mental que a sociopatia é intratável.
Vejamos o que diz a Ana Beatriz Barbosa Silva em seu livro Mentes Perigosas: O psicopata mora ao lado - “Sem conteúdo emocional em seus pensamentos e em suas ações, os psicopatas são incapazes de considerar os sentimentos do outro em suas relações e de se arrepender por seus atos imorais ou antiéticos. Dessa forma, não aprendem por meio de experiência e por isso são intratáveis do ponto de vista da ressocialização”.
A escala de valores do sociopata é tão precária (ou inexistente) que ele próprio se considera predador social e, geralmente, sente expressivo orgulho disto.
Todos os dias, nas novelas, vemos personagens sociopatas; assim como podemos encontrá-los atuando através de ações corruptas e antiéticas nos noticiários de TV, jornais e revistas. O mais lamentável disso tudo é que as mídias, de forma geral, costumam dar notoriedade justamente para esses predadores, através das capas das revistas, das manchetes dos jornais e da repetitiva exposição televisiva.
Portanto, caro leitor, é fundamental se proteger desses "lobos" travestidos de "ovelhas". Como? A melhor maneira é saber dizer "não!", de forma assertiva e sem culpa. Eles detestam escutar um não, e, nessa hora, costumam se colocar na posição de vítimas. Dessa forma, esteja atento: Cuide-se e dedique a essas pessoas suas preces. Como ensinou o pastor e escritor norte americano Dr. Norman Vincent Peale, quando você se deparar com qualquer pessoa complicada e difícil, imagine a figura de Jesus Cristo ao lado dessa pessoa e procure vibrar com sentimento de compaixão.
Quanto ao psicopata consciente de seu drama existencial, sugiro que procure um profissional de saúde mental habilitado, para auxiliá-lo com medicamentos e psicoterapia adequada. Junto a isso, é fundamental que cultive religiosidade, seja em que religião for lembrando que a mudança é um evento pessoal e intransferível.
(1) Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004.
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terça-feira, 6 de novembro de 2018

QUANDO OS FILHOS ERRAM



É muito comum entre os pais a preocupação excessiva em relação aos caminhos que seus filhos vão tomar na vida. Afinal, o que você – pai ou mãe – deve fazer quando sente que as decisões de seu filho são erradas ou arriscadas: deixar que aja como bem entende e arque … Continuar a ler QUANDO OS FILHOS ERRAM (artigo de Eliana Barbosa)→ http://elianabarbosa.com.br/?s=quando+os+filhos+erram

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

ACABARAM AS ELEIÇÕES É HORA DE "CATAR OS CACOS"





É hora de tocar a vida, “catar os cacos” e curar as mágoas e ressentimentos que ficaram e poderão nos afetar de forma negativa.                                                                                                               
A pior consequência do “guardar mágoas” e não perdoar é a de fazermos doenças mentais e físicas.
A ciência psicossomática, com a qual eu trabalho, prova isso de maneira categórica. É por isso que, hoje em dia, algumas linhas da medicina já dizem: “O paciente fez um câncer”, “a paciente fez uma fibromialgia”, “fez uma depressão”, etc.                                           
Assim, o exercício do perdão é terapêutico.
O perdão é uma excelente ferramenta auxiliar, de prevenção e tratamento à grande maioria das doenças conhecidas.
Mas devemos lembrar, quando a doença física ou mental já está “feita” e estabelecida em nosso corpo físico e mental, o tratamento médico ou psicoterapêutico é necessário. Neste momento, o exercício do perdão interage, de forma muito positiva, potencializando o tratamento de saúde convencional.

* Fernando Vieira Filho                                                                                          Psicoterapeuta Clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004.
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PSICOPATOLOGIA - Apresentada de forma simples e objetiva - Incluindo psicopatologias infantis.                                                                                                                                            
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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

PALESTRA - O CASAMENTO E SEUS DESAFIOS - FERNANDO VIEIRA FILHO



Nesta palestra, Fernando Vieira Filho (1) fala sobre os desafios de uma vida a dois e dá dicas para um casamento duradouro. Se você precisa casar para ser preenchido ou amado, não está preparado para o casamento. A mesma coisa que o faz necessitar do casamento se tornará o problema na vida conjugal.